Arquivo do mês: setembro 2010

Proximidade

Deparo-me pensando em você Será apenas uma imagem? Lembrança…. Ah! Você parece tão perto… Mas ao mesmo tempo as certezas o levam para tão longe… Longe onde não posso estar… Longe onde não posso ver… Mas lembrar me faz sentir… … Continuar lendo

Publicado em Andréia Bossoes | Deixe um comentário

Hoje

Hoje eu acordei com uma sensação estranha. O dia me pareceu mais belo, apesar de sombrio. Até o canto do Bem-te-vi anunciando chuva, soa  como melodia aos meus ouvidos. Começa a chover mansinho, e cada gota d’água que bate no … Continuar lendo

Publicado em Themis Lopes | Deixe um comentário

Dias Cinzentos

Saudades de mim mesma. Da alegria, das cores vibrantes. Do ritmo em bossa nova que toca em meu coração. Ainda assim, não fugirei de mim. Farei companhia à melancolia que me visita hoje. Ficaremos juntas em silêncio… Não que eu … Continuar lendo

Publicado em Andréia Bossoes | Deixe um comentário

Palavras

Sou amante das palavras. Trata-se de uma expressão de arte compreendida pelos mais sensíveis de alma. Palavras são puras, Quase não faz uso de artifícicos. Não inebria os sentidos com sons, formas, Cores, perfumes ou sabores. Não como solo. Não … Continuar lendo

Publicado em Andréia Bossoes | 1 Comentário

O tempo é o vão…………

Velho tempo, pensas que me enganas que estás a passar estás estaqueado quem passa sou eu troco de vestes assisto guerras ,ouço falar de paz, onde eu estiver mudo teu cenário , tu inabalável ficas a assistir nada invento, nada … Continuar lendo

Publicado em Rosana Corrêa | Deixe um comentário

PANO PRA MANGAS

Que os tempos mudaram e, com o tecido que antigamente se fazia um lenço hoje se faz um vestido de baile, não é nenhuma novidade. Também não é novidade que, proporcionalmente ao volume de fazenda utilizada na confecção das roupas, … Continuar lendo

Publicado em Carmem Macedo | Deixe um comentário

ARCABOUÇO

Em cima daquela torre O músico e a bailarina De noite tomavam porre De dia faziam rima Desciam pelas escadas Cantavam pelas esquinas Voltavam embriagados Num rastro de purpurina Até que a ventania Desnudou a bailarina Destruindo a melodia Arrancou-lhe … Continuar lendo

Publicado em Carmem Macedo | Deixe um comentário